Inteligência financeira que você lê.
17 artigos sobre controladoria e gestão de caixa, em linguagem de empresário. Gratuito.
Você fatura bem, mas o caixa nunca sobra. A ROP assume a Controladoria: lemos Balancete, DRE e os três fluxos de caixa, mostramos exatamente por onde o dinheiro está vazando e conduzimos a correção junto com os sócios.
Prefere não passar o seu número ainda? Faça o primeiro contato pelo atendente — ele responde na hora, aqui mesmo na página.
Clientes em BA · ES · PR · RN · SP
Você virou o banco dos seus clientes — e sem cobrar juros.
Paga o fornecedor em 30, recebe em 60: essa diferença sai do seu bolso todo mês. Medimos o buraco em dias e em reais e mostramos quanto do seu caixa volta a sobrar quando ele fecha.
O lucro existe. Ele só não está em dinheiro.
Está preso em estoque que não gira, em cliente que não pagou e em parcela de dívida que come o resultado antes de ele chegar na conta. Apontamos em qual dos três ele travou — e quanto dá para destravar.
Você não está pagando dívida. Está alugando dinheiro.
Rolar o saldo troca o vencimento e mantém o juro correndo. Calculamos quanto o seu caixa aguenta pagar de verdade e renegociamos dentro disso — não dentro do que o gerente oferece.
Nenhum dos três se resolve vendendo mais. Resolve-se lendo os números certos.
Não está na lista? A metodologia parte de Balancete e DRE — documentos que toda empresa de Lucro Presumido ou Real tem, independente do que ela venda. O segmento muda o diagnóstico, não o método.
Balancete, DRE analítico e os fluxos de caixa Operacional, Financeiro e de Investimentos — o retrato real do seu Caixa Livre. Análise em três níveis: grupo econômico → unidade de negócio → centro de resultado.
Quais fatores drenam o caixa, quanto cada um custa por mês e onde estão os ganhos imediatos. E a leitura deixa de esperar o fechamento: prévia diária de DRE e de Fluxo de Caixa em plataforma de BI, sem custo adicional.
Reuniões executivas com uma métrica-alvo: a trajetória do Fluxo de Caixa Livre. Plano priorizado, executado e medido mês a mês — não um relatório que chega depois que a decisão já foi tomada.
Você não vai encontrar nome de cliente neste site: confidencialidade é cláusula dos nossos contratos, e você terá a mesma garantia por escrito. O que fizemos em cada caso, esse dá para contar.
O quadro: recuperação judicial, sem visibilidade de resultado por departamento.
O que fizemos: Controladoria implantada durante a RJ — cada departamento passou a ter resultado próprio e a ser cobrado por ele.
Onde chegou: top 5 nacional da montadora, com a 2ª unidade aberta.
O quadro: R$ 50 mil por mês, dono na operação 12 horas por dia, caixa sem sobra.
O que fizemos: reestruturação financeira e caixa preparado para suportar a expansão, em vez de ser consumido por ela.
Onde chegou: R$ 950 mil por mês e 2ª loja em Recife-PE.
O quadro: R$ 8 milhões por mês, com números que pareciam saudáveis e não eram.
O que fizemos: eficiência operacional e leitura por unidade — quais lojas sustentavam a rede e quais drenavam.
Onde chegou: R$ 10,5 milhões por mês e a 10ª loja em Itabaiana-SE.
“De uma empresa em recuperação judicial à 5ª no ranking da montadora.”Cliente · Concessionária Mitsubishi, Salvador-BA
Mais de 50 empresas dos regimes Lucro Presumido e Lucro Real, em projetos de Controladoria, reestruturação e expansão. Cada projeto é conduzido pessoalmente — leitura cirúrgica dos números e resposta concreta para os sócios.
Em consultoria de grande porte, quem apresenta a proposta raramente é quem lê o seu Balancete — o projeto desce para uma equipe júnior que aprende no seu caso. Aqui não existe repasse: a análise é conduzida por Rafael Pisápio, do primeiro documento ao último relatório. É por isso que a ROP mantém poucos contratos simultâneos, não dezenas.
Quando o caso exige competência que não é a nossa, somamos especialistas sob coordenação da ROP e sob o mesmo sigilo — e você continua conversando com uma pessoa só.
A maior parte dos contratos da ROP é de controladoria em empresa saudável. Mas quando o caso chega ao extremo da curva, é o mesmo método que responde — do diagnóstico anterior ao ajuizamento à controladoria do pós-plano, a fase em que a disciplina de caixa decide se a empresa cumpre o acordado ou volta ao passivo.
Interlocução técnica entre Administração Judicial e Recuperanda, com responsabilidade pelos Relatórios Mensais de Atividades. A empresa encerrou a recuperação e chegou ao top 5 nacional da montadora.
Parecerista independente contratado para atestar a viabilidade econômico-financeira de plano elaborado por terceiro, aferindo a geração de caixa livre frente às condições propostas aos credores.
Laudo de Viabilidade Econômico-Financeira usado como instrumento para sustentar tecnicamente a continuidade da atividade empresarial.
Os três processos tramitaram na 1ª Vara Empresarial de Salvador, especializada em recuperação judicial e falências.
A ROP atua como consultoria independente: não integra o quadro societário ou executivo das empresas atendidas, não representa credores e não tem interesse econômico no resultado do processo. É essa condição que permite ocupar a posição de terceiro imparcial entre Recuperanda, Administração Judicial e credores — e responder tecnicamente pelos números levados ao juízo.
17 artigos sobre controladoria e gestão de caixa, em linguagem de empresário. Gratuito.
A ROP responde essa pergunta através da análise integrada do Fluxo de Caixa Operacional, Financeiro e de Investimentos, combinada com a leitura de Balancetes e DREs. O resultado é um diagnóstico preciso que revela o destino exato do capital e os fatores que afetam a performance do Fluxo de Caixa Livre.
As duas funções olham para lados opostos, e uma depende da outra. A contabilidade olha para trás e para o Fisco: registra o que aconteceu, apura tributos e mantém a empresa em conformidade. A Controladoria olha para frente e para a decisão: pega esses mesmos números e responde por onde o caixa está vazando, quanto cada ponto custa por mês e o que atacar primeiro. Não competem — nada do que fazemos existe sem um Balancete bem feito. Ótimo que o seu contador cuide disso: peça a ele os Balancetes e os DREs analíticos e nos encaminhe, é exatamente com esses documentos que trabalhamos.
Sim. Hoje temos clientes na Bahia, no Espírito Santo, no Paraná, no Rio Grande do Norte e em São Paulo. O trabalho parte de Balancete e DRE enviados por e-mail, e as reuniões executivas são feitas por videoconferência — a distância não altera o método.
Começa por uma conversa com Rafael Pisápio sobre o momento da empresa e o que os sócios precisam decidir. Para a leitura técnica, precisamos do Balancete e do DRE analítico dos últimos 12 meses — material que o seu contador já possui e envia em minutos. É a partir deles que se define o escopo do contrato de Controladoria e o plano de trabalho. Mantemos um número limitado de contratos simultâneos, porque a análise é conduzida pessoalmente por ele.
Confidencialidade é cláusula contratual na ROP, não promessa verbal — vale para todo material que você enviar, inclusive antes de existir contrato, e mesmo que não haja contratação depois. É também por isso que você não encontra nome nem logotipo de cliente algum neste site: a mesma proteção que damos a eles é a que você recebe. Em Controladoria, o consultor vê o que a empresa tem de mais sensível; tratar isso com discrição é parte do serviço, não cortesia.
Não, e o motivo é técnico. Nossa metodologia se apoia na leitura de Balancetes e DREs analíticos, instrumentos contábeis que existem no Lucro Presumido e no Lucro Real. Empresas do Simples Nacional têm estrutura contábil diferente e, sem esses documentos, não conseguimos entregar a precisão que o trabalho exige. Se a sua empresa migrar de regime, será um prazer atendê-la.
Controladoria é a área que integra informações contábeis, financeiras e operacionais para apoiar decisões estratégicas. Na ROP, aplicamos a Controladoria como ferramenta de diagnóstico cirúrgico: lemos Balancetes e DREs para mapear a real saúde financeira da empresa, identificando problemas ocultos e oportunidades de melhoria.
A reestruturação começa pelo diagnóstico completo: análise do grupo econômico, das unidades de negócio e dos centros de resultado. Identificamos os pontos de impacto no Fluxo de Caixa Livre, projetamos cenários e entregamos um plano de ação com prioridades claras — que pode incluir renegociação de dívidas e reorganização operacional.
O Fluxo de Caixa Operacional reflete a geração de caixa da atividade-fim da empresa. O Fluxo Financeiro registra captações, amortizações e o custo da dívida. Já o Fluxo de Investimentos mostra o CAPEX, aquisições e desinvestimentos. Analisar as três dimensões juntas é o único jeito de entender, com precisão, para onde o dinheiro realmente foi.
Sim, no ciclo completo. Antes do ajuizamento, no diagnóstico que identifica a origem real da destruição de caixa. Durante o processo, na produção dos Relatórios Mensais de Atividades conciliados ao Balancete e ao DRE, na interlocução técnica com a Administração Judicial e na emissão de Laudos de Viabilidade Econômico-Financeira. E depois do plano homologado, na controladoria do cumprimento — medindo capacidade de pagamento contra o cronograma de deságio e carência. A elaboração do plano e a condução processual são da assessoria jurídica do cliente; a atuação da ROP é técnico-financeira.
A ROP é uma consultoria independente por escolha. A análise dos seus números é conduzida por Rafael Pisápio do início ao fim — não há repasse para equipe júnior, que é o padrão das consultorias de grande porte. É também o motivo de mantermos um número limitado de contratos simultâneos. Quando o caso exige competência específica, somamos especialistas: advogados de Recuperação Judicial e reestruturação de dívida, e especialistas tributários e contábeis. Eles entram sob coordenação da ROP e sob o mesmo compromisso de confidencialidade, e o seu interlocutor continua sendo um só.
Varia conforme a complexidade. Projetos de expansão e reestruturação moderada costumam durar de 1 a 2 anos. Reestruturações mais profundas, como Recuperação Judicial, podem se estender por 4 a 5 anos, com acompanhamento contínuo de todas as fases.
Comece por uma conversa direta com Rafael Pisápio sobre o momento da sua empresa e o que precisa ser decidido. Se fizer sentido para os dois lados, o passo seguinte é a leitura do Balancete e do DRE analítico dos últimos 12 meses.
Prefere começar de forma reservada? Faça o seu primeiro contato aqui pelo atendente. Em três minutos de conversa ele entende o momento da sua empresa e encaminha o caso para o Rafael.